terça-feira, 5 de agosto de 2008

Demografia & Religião - Venezuela.

Demografia : O povo venezuelano inclui uma rica combinação de heranças. Aos ameríndios originais e aos espanhóis e africanos que se lhes juntaram depois da conquista espanhola, vagas de imigração durante o século XX trouxeram quantidades apreciáveis de italianos, portugueses, árabes, alemães e outros, provenientes dos países limítrofes da América do Sul. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas na parte norte do país. Apesar de metade da área terrestre da Venezuela se situar ao sul do rio Orinoco, esta região contém apenas 5% da população.
A língua nacional e oficial é o espanhol, mas existem também numerosas línguas indígenas e as línguas introduzidas pelos imigrantes.

Religião : Historicamente o catolicismo romano é a religião mais importante na Venezuela, situação que se mantém, uma vez que 85,7% da população identifica-se pelo menos nominalmente com esta denominação. A liberdade religiosa está consagrada na constituição da Venezuela, sendo o país tolerante face a outras religiões. A seguir ao catolicismo, destacam-se várias igrejas protestantes (12%) e pequenos grupos de judeus (sobretudo em Caracas e Maracaibo) e muçulmanos. Alguns índios ainda praticam as suas religiões ancentrais.
À semelhança do que acontece em outros países da América Latina praticam-se na Venezuela cultos que são uma fusão de elementos das religiões indígenas, da religião dos descendentes dos escravos africanos e do catolicismo, como o culto de María Lionza.

Geografia - Venezuela.

Além da porção continental, o país inclui também um número elevado de ilhas nas Pequenas Antilhas que constituem duas divisões administrativas diferentes: o estado de Nova Esparta e as Dependências Federais. Tem fronteira marítima com os territórios autônomos neerlandeses de Aruba, e das Antilhas Holandesas, e ainda com Trinidad e Tobago.
O clima da Venezuela é tropical e normalmente quente e úmido, porém nas terras montanhosas no sul-oeste do país é mais moderado. A Venezuela apresenta muita diversidade climatérica devido a possuir zonas de montanha, deserto, praia, selva e planícies.

Economia - Venezuela.

A economia da Venezuela passou, depois da Primeira Guerra Mundial, de uma economia essencialmente agrícola para uma economia centrada na produção e exportação de petróleo. É esta a atividade que continua a dominar, sendo responsável por cerca de um terço do PIB, por cerca de 80% das receitas de exportação e por mais de metade do financiamento da administração pública. Os responsáveis venezuelanos estimam que o PIB cresceu 2.7% em 2001. Uma forte subida nos preços internacionais de petróleo alimentou a economia, depois da grave recessão de 1999. A Venezuela participa também da OPEP (Organização Mundial dos Países Exportadores de Petróleo).
Apesar disso, um setor não petrolífero relativamente fraco e fugas de capital e uma queda temporária nos preços do petróleo - prejudicaram a recuperação. No início de
2002, o governo alterou o regime de taxas de juro de um regime indexado para um sistema de flutuação livre, o que fez com que o bolívar desvalorizasse significativamente.
O Presidente
Chavez começou em 2003 a canalizar os proventos do petróleo obtidos pela companhia estatal PDVSA para financiar programas sociais. Os opositores da medida afirmam que ela vai minar o estatuto de independência dos bancos e da companhia petrolífera, e que é uma clara tentativa de aumentar o seu apoio público.

Cultura - Suiça.

Caracteristica da população : A mentalidade dos suíços é sobretudo pro-europeia. Mesmo não estando integrada na União Europeia, os suíços (sobretudos os da zona francófona) têm ideias europeias (sobretudo ocidentais): liberdade, tolerância e pluralismo. Também é dito que os suíço são conservadores nos seus ideiais e que defendem um outro ponto de vista do que a Europa. Porém, é defendido que o que muito caracteriza a Europa hoje em dia é herdada da Suíça cujo país fora um dos primeiros a adoptar uma democracia como se conhece hoje em dia.
No dia-a-dia, os suíços preferem coisas pequenas e não são esbanjadores. Mas são sobretudo marcados pela pontualidade, a precisão e o perfeccionismo. É assim que funciona a máquina económica, política e social. Tudo é regulado e perfeito pois cada suíço sabe que o dinheiro pago em impostos é investido em infra-estruturas como caminhos-de-ferros, estradas, hospitais, escolas, etc. E também concordam a tecnologia com o respeito pelo ambiente criando a responsabilidade e o civismo. Civismo este que é notado em todos os níveis: desde a segurança rodoviária até às escolas passando pela maneira de ser, de comunicar, entre outros. Este civismo também é sentido nos mais diversos referendos que são criados incentivando os suíços a participar na vida política quer directa ou indirectamente proporcionando um sistema único no mundo de democracia directa que, ao contrário dos restantes países europeus com parlamentos ou senados, faz da Suíça um dos países mais democratas do Mundo mostrando também respeito e solidariedade. A solidariedade também é importante nos suíços, embora controversa. A Cruz Vermelha, os Direitos Humanos tiveram muito influência do país. Cada suíço contribui para a solidariedade através dos impostos ou de pagamentos voluntários. A controvérsia neste tema foi no acolhimento barrado a refugiados durante várias guerras sobretudo a judeus durante a II Guerra Mundial culpando a Suíça por alguma parte da tragédia durante este tempo da história da Humanidade. É assim, de uma maneira geral, a cultura do povo suíço. Cultura que também está bem dividida nas quatro regiões linguísticas. Apesar da importância do multilinguismo nas pessoas é necessário entender que os habitantes respeitam claramente as diferenças culturais cujas raízes encontram-se na língua falada em cada região.
Tudo está ligado, conectado. Apesar das várias línguas, culturas, pontos de vista, cantões com autonomia, a verdade é que a Suíça é como um relógio perfeito em que cada mecanismo está interligado sem interferir um no outro.

Desporto : Tal como os outros países desenvolvidos, a Suíça possui um grande leque desportivo de atletas, clubes, claques, estádios, praticantes anónimos, etc. O futebol é um dos desportos mais praticados no país. Conta com uma liga nacional de dez equipas e muitas outras amadoras espalhadas pelo país. O hóquei em gelo também é muito famoso e muitos outros desportos vão tendo destaque como o voleibol, o basquetebol, o andebol, etc. Do lado individual destaca-se sobretudo o atletismo, a ginástica, o esqui e o ténis cuja maior figura representativa do país nesta modalidade é o campeão Roger Federer.
Os suíços, enquanto cidadãos amadores, também praticam desporto mostrando ser uma população activa, ao contrário de outros países europeus. No Verão é sobretudo praticado o skate e o ciclismo enquanto que no Inverno praticam mais esqui e snowboard. A nível cantonal, é muito comum haver desportos facultativos instruídos aos jovens. O desporto, que é uma das cadeiras do conselho Federal, é considerado essencial perante a população na educação e na maturação dos suíços.
Juntamente com a Áustria, a Suíça é o país acolhedor do Campeonato Europeu de Futebol de 2008.

Artes : Nas várias artes que compõe a cultura, desde o cinema à literatura passando pela música e pela arquitectura, a Suíça apresenta uma boa diversidade nestas áreas.
Na música, dá-se grande ênfase à música folclórica única no mundo. Na história da música não há grandes compositores destacados mas acredita-se que tenha dado boas contribuições. Actualmente as rádios nacionais são obrigadas por lei a emitir programas culturais sobre a Suíça. DJ Bobo é um cantor suíço conhecido na Europa e que teve destaque na Eurovisão.
No campo da literatura existe uma diversidade e autores e livros dada ao multilinguismo presente no território. Alguns autores conhecidos são Jean-Jacques Rousseau, Blaise Cendrars, Hermann Hesse... Alguns deles são confundidos com outra nacionalidade pois publicam muitos livros nas capitais dos países vizinhos.
Alguns actores suíços são também conhecidos no mundo inteiro, sobretudo a intérprete da primeira bond-girl em Dr. No, Ursula Andress.

Gastronomia : A gastronomia típica helvética é claramente feita à base de leite. Os suíços, juntamente com os franceses, produzem queijo para a raclette que é derretida e servida com batatas cozidas e pickles. Além do queijo, o chocolate também é muito famoso no país e além mundo. A empresa Nestlé, sediada em Vevey (Vaud), produz chocolate suíço para ser comercializado em todo o Mundo. Na parte alemã é comum encontrar o rösti que é feito de batatas finas fritas misturadas com manteiga podendo juntar bacon, cebolas, entre outros ingredientes. Também é comum encontrar pratos feitos a partir de castanhas sobretudo nas zonas montanhosas (Valais e Tessino).
Os vinhos suíços não são muito famosos no Mundo pois a produção vinhateira na Suíça é muito reduzida apesar da tecnologia usada no processo de obtenção. A cidra de maçã, o absinto de Jura e a Rivella são outras bebidas famosas.
Tortas e quiches também são tradicionalmente encontrados na Suíça. Em particular, as tortas são feitas de todos os modos, desde maçã à cebola. Outro prato típico são os cervelats, linguiça suíça feita especialmente no país e no sul da Alemanha. Na Suíça, a culinária é influenciada pelas outras culturas adjacentes como a francesa, alemã e italiana.

Demografia - Suiça.


Etnicidade : A Suíça nunca foi e não é uma população homogénea. Esta diversidade étnica parte desde os tempos celtas em que os helvécios eram a tribo mais importante da zona centro da Europa e está directamente ligada à diversidade linguística do país. Quando os helvécios foram impedidos de imigrar para o Sul do território actual da França por César, floresceu uma nova cultura galo-romana. Em 400 d.C., aquando das grandes migrações, os francos e os burgundos migraram para Norte atravessando o rio Ródano. Estes últimos instalaram-se na zona ocidental da Suíça e adoptaram a língua latina (que viria a originar a zona românica da Suíça). Um outro grupo étnico germânico chamado Lombardos (da Lombardia) instalaram-se na zona Sudeste do país dando origem à zona italiana do país. Por fim, os Alamanos instalaram-se na zona Sudoeste da Alemanha e proliferaram por dentro do território suíço originando a zona alemã do país.
Ainda existiam os récios que pensa-se que eram os que originaram a parte do romanche. Porém essa etnia desapareceu sem deixar muitos rastos.
Concluindo, podemos dividir a população helvética nativa em três etnias:
→ Celtas - língua românica: os borguinhões (zona francesa);
→ Romanos - língua latina: os lombardos (zona italiana);
→ Germâncios - língua germânica: os alamanos (zona alemã).
Hoje em dia, além destas três etnias, existe uma grande diversidade étnica estrangeira que viria a propagar-se desde a II Guerra Mundial. A Suíça apresenta minorias de origem espanhola, portuguesa, sérvia, albanesa entre muitas outras.

Linguas :
A Suíça tem oficialmente quatro línguas: o alemão, o francês, o italiano e o romanche falados, respectivamente, em 63.7 %, 20.4%, 6.5% e 0.5% do território. Esta diversidade linguística deve-se à vizinhança da Suíça: a Itália de expressão italiana, a Alemanha, o Liechtenstein e a Áustria de expressão alemã e por fim a França de expressão francesa.
A imigração de grandes grupos estrangeiros, sobretudo portugueses, espanhóis, italianos, sérvios e albaneses permitiram a penetração de várias línguas estrangeiras como o
português, o espanhol, o servo-croata e, recentemente o turco, entre outras.
Religião : São várias as religiões praticadas na Suíça. A nível federal, o Artigo 4.º - Capítulo 1 da Confederação Helvética afirma que toda a pessoa tem o direito de praticar a sua fé religiosa sem qualquer limitação por parte das autoridades e dos outros cidadãos sejam quais forem a nacionalidade ou origem.
A religião mais praticada é o Catolicismo com 41,8% enquanto que o Protestantismo vem em segundo lugar com 35%. As restantes religiões são minoritárias como o Islão e o Judaísmo.

Educação - Suiça.

A educação é um pilar fundamental na Suíça. Porém, em todo o território nacional não existe um sistema educacional: 26 cantões, 26 sistemas educacionais. Os currículos são diferentes, bem como as interrupções e assim por adiante. Existem contudo algumas similaridades. A constituição de 1848 exige que cada cantão tem que implementar nove anos de escolaridade obrigatória. Também existe um período pré-escolar (chamado infantine) que é muito comum em todo o país e têm a duração de dois anos.
O período primário é normalmente dividido entre 4 a 6 anos. Têm o mesmo professor a cada ano para as várias disciplinas e dá-se grande ênfase à matemática, história, língua, geografia, ambiente e muitas outras actividades extra-curriculares e desportivas. Após o sexto ano, existe o secundário que pode começar mais tarde ou mais cedo consoante o cantão. Aos 19 anos, 20% dos alunos frequentam centros federais de "maturação". Cada cantão tem o seu centro e várias filiais espalhadas como a ETH de Zurique, a EPFL de Lausanne (École Polytechnique Fédéral de Lausanne) ou ainda a HEVS de Valais (Haute-École Valaisanne). Quem não segue este percurso pode optar pela aprendizagem que pode durar entre dois a três anos.
Este sistema permitiu criar um grande leque de profissões e de pessoal especializado permitindo uma mão-de-obra extremamente qualificada que é importantíssima para o país.

Economia - Suiça.

Produtividade : A Suíça possui uma economia estável e em ascensão com um PIB per capita superior a muitas outras nações europeias. A base principal do motor económico do país são:
→ Exportação de material de precisão como motores, jactos e relógios;
→ Químicos e produtos farmacêuticos;
→ Serviços de seguros internacionais
→ Turismo;
→ Exportação de energia eléctrica;
→ Produtos lácteos como o queijo e o chocolate.
A localização geográfica, a estabilidade política e económica, as infra-estruturas bem conservadas, a educação superior e os impostos relativamente moderados proporcionam à Suíça uma economia próspera tornando o país um lugar de sede de organizações internacionais e multinacionais conhecidas em todo o mundo como a Nestlé, a Novartis, a Swatch, entre muitas outras.
Os principais parceiros e importadores dos produtos suíços são a Alemanha, França, Itália seguindo-se os Estados Unidos, o Reino Unido e o Japão. 80% das trocas económicas são feitas com a União Europeia.
O poder de compra é alto, apesar do custo de vida o ser também. Porém, os altos salários, a inflação baixa (1%) e um nível de desemprego de 3.1% permitem aos habitantes terem uma qualidade de vida muito acima de vários países.

Recursos : Apenas 4% da população trabalha na agricultura e a cada dia, um ou dois agricultores deixam a actividade. A Suíça tem apenas 10% do território ideal para a produção agrícola. A maior parte dos produtos internos são as batatas, o milho, as saladas, as maçãs, os tomates, os morangos entre outros. O vinho também faz parte da agricultura sobretudo na zona francesa (Valais, Vaud, Neucâtel e Fribourg).
A água é obtida directamente dos glaciares e das fontes espalhadas nas mais diversas estâncias de alta altitude e apresenta óptima qualidade, pois a poluição mineral não desejada é baixa. Aliás, todas as minas que funcionavam antes da Segunda Guerra Mundial foram encerradas.
40% da electricidade é obtida através de centrais nucleares e de grandes barragens localizadas nos Alpes enquanto que o restante é importado de outros países durante os períodos de alto consumo (Inverno e noite). No verão, a Suíça exporta energia para os seus vizinhos evitando desperdícios.

Comunicações : Parte vital de qualquer país, as comunicações são parte essencial de uma economia de qualquer nação desenvolvida como a Suíça. O país apresenta uma alta concentração de comunicações quer a nível de infra-estruturas, estradas, telecomunicações, etc. Os aeroportos são a porta principal entre a Suíça e o estrangeiro. Contam-se três aeroportos internacionais: Zurich-Kloten, Genebra e Basileia-Mulhouse, que, na realidade, situa-se em Mulhouse, França, mas serve as duas cidades. Ainda existem outros dois aeroportos internacionais mas mais pequenos em Berna e Lugano mas que não têm capacidade suficiente para receber grandes aviões operando sobretudo voos de low-cost.
Os transportes públicos são um dos mais funcionais da Europa e englobam comboios, autocarros, teleféricos, entre outros. Os comboios e respectivos caminhos-de-ferro são uma das marcas mais importantes da Suíça. São regulados pela empresa estatal SBB-CFF-FFS embora existam também companhias privadas. Todos as linhas estão electrificadas restando poucas em que os comboios funcionam a diesel e muito menos aqueles que funcionam a vapor para fins turísticos. A Suíça possui a maior densidade de caminhos-de-ferro da Europa e a precisão do tempo e os raros casos de atraso são a razão para a escolha da população por este tipo de transporte. De seguida, os autocarros também são um símbolo do país. Os de longa distância são regulados pelos correios, são de cor amarela e possuem uma alta autonomia ligando normalmente cidades a locais de alta altitude.
Por fim, a Suíça apresenta também uma altíssima densidade de estradas (auto-estradas, vias reservadas a automóveis e estradas nacionais) que liga o país inteiro. O facto de não haver portagens permite aos suíços uma maior mobilidade sem ter de escolher as suas vias. Porém, existe um autocolante a ser posto nos carros e que confirma que o condutor pagou uma taxa para poder utilizar as auto-estradas.

SUIÇA' 2 - natureza e clima

Natureza :
A grande diferença de altitudes, variam dos 195 metros até mais de 4000 metros, a Suíça apresenta uma grande diversidade de climas e dos respectivos animais e plantas. Na zona Sul, nomeadamente no cantão de Ticino, pode-se verificar um clima mediterrânico, enquanto que no topo das montanhas está sempre presente uma camada de neve. A grande discrepância de altitudes também permite constatar uma diversidade nos minerais.
Nos cantões mais a Sul (
Valais e Ticino) podem-se encontrar eucaliptos e pinheiros. O tempo temperado permite a evolução de muitas plantas e também de zonas vinhateiras, entre outras espécies. À medida que aumenta a altitude, a densidade vegetacional diminui, pois o ar torna-se mais frio, dificultando a evolução de espécies. Os glaciares formam a paisagem a altas altitudes. A Suíça é um dos países com mais glaciares por área.
Em relação à fauna, os ursos e os lobos estiveram extintos durante um século. Porém, o lobo reapareceu no território nas útlimas décadas proenindo da
Itália. O íbex, o chamois e a marmota são espécies muito frequentes nos Alpes, bem como uma grande quantidade de espécies voadoras em todo o território, como pombos, corvos e gaivotas.

Clima :
O clima na Suíça é temperado apresentando uma grande amplitude entre verões amenos e Invernos rigorosos. Abaixo da cordilheira dos Alpes, o tempo é mais quente do que no Norte. Em termos climáticos pode-se dividir a Suíça em quatro regiões: extremo Sul, os Alpes, o maciço central e o Jura. As temperatura variam entre temperaturas negativas nas zonas montanhosas e no Inverno e temperaturas amenas durante o Verão pois na época do Estio, o país é enfrentado por um anticiclone enquanto que no Inverno, existe uma frente fria proveniente da Sibéria causando abruptas quedas na temperatura, sobretudo na noite.

SUIÇA' - regiões e densidade.

A Suíça é um país localizado no centro da Europa de coordenadas 47,00 N e 8,00 E. A sua área total é de 41.293 km² em que 1.520 são cobertos de água. De uma maneira geral, pode-se dividir a Suíça em três regiões geográficas: os Alpes, o planalto e o Jura. O Sul e o centro-Sul da Suíça são dominados pela cadeia montanhosa alpina enquanto que o restante é uma zona plana exceptuando-se um faixa ao longo da região Noroeste que é dominada pelo Jura.
A
densidade populacional da Suíça é elevada: 170 habitantes por quilómetro quadrado. Porém é na zona central que se concentra a maior parte da população cuja densidade chega aos 500 habitantes por quilómetro quadrado.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Politica - Venezuela &' Suiça.

Venezuela:
A Venezuela é uma república federal e presidencialista governada pela Constituição de 1999. Esta constituição consagrou a existência de cinco poderes: executivo, legislativo, judiciário, cidadão e eleitoral.

O poder executivo recai sobre o Presidente da República, eleito por sufrágio universal para um mandato de seis anos, podendo ser reeleito apenas uma vez. Ele é simultaneamente chefe de Estado e chefe de governo. É também o Comandante Supremo das Forças Armadas. Nomeia o Vice-Presidente da República (cargo ocupado desde janeiro de 2007 por Jorge Rodrígues Gómez) e os ministros.
O poder legislativo reside na Asamblea Nacional, parlamento unicameral composto por 167 membros, 3 dos quais representantes dos povos indígenas. Os membros da Assembleia são eleitos para um período de 5 anos, podendo ser reeleitos para mais dois mandatos. Entre as funções da Assembléia Nacional encontram-se aprovar as leis e o orçamento e designar os embaixadores. Antes da aprovação da constituição de 1999 a Venezuela tinha um parlamento bicameral, composto pelo Senado e pela Câmara dos Deputados. As últimas eleições para a Assembléia Nacional tiveram lugar em Dezembro de 2005.

O Supremo Tribunal de Justiça, órgão máximo do poder judicial, é constituído por 36 membros eleitos para um mandato único de doze anos, sendo designados pela Assembléia Nacional.
Cada estado possui um governador (eleito para um período de quatro anos) e um Conselho Legislativo; o Distrito Capital tem um governador (eleito para um período de quatro anos). O alcalde (prefeito, presidente da Câmara Municipal), é a principal figura do poder municipal, sendo eleito também para um mandato de quatro anos.
Partidos politicos:
Os principais partidos políticos venezuelanos são a Acción Democrática (AD, fundado em 1941 por Rómulo Gallegos e Rómulo Betancourt), o Partido Social Cristiano (COPEI, fundado em 1946 por Rafael Caldera), o Movimiento V República (MVR, liderado desde a sua fundação em 1997 por Hugo Chávez), Un Nuevo Tiempo, (fundado em 2000 por Manuel Rosales), Primero Justicia, (fundado em 2000 por Julio Borges), Moviemento al Socialismo (MAS) e Convergencia (fundado em 1993). Em 2007 Hugo Chavez criou o Partido Socialista Unificado Venezuelano (PSUV), o qual conquistou mais de 5 milhões de inscritos em poucos meses, tornando-se o principal partido.
Questão fronteiriça:
Toda a região a oeste do rio Essequibo (quase 60% do território Guiana) é reivindicada pela Venezuela como sendo parte de seu território subtraído indevidamente no século XIX pela Inglaterra, então potência colonial que administrava a antiga Guiana Inglesa. A disputa está em moratória. A região é denominada pela Venezuela de Guiana Essequiba.
Suiça:
A hierarquia política:
A Suíça, apesar de ser um estado de pouca extensão, possui um sistema político bastante complexo, semelhante aos sistemas federais dos restantes países do mundo. A Constituição Federal da Suíça define o país como um Estado Federal composto por 26 cantões em que cada cantão tem a sua autonomia político-económica. A hierarquia política da Suíça é constituída da seguinte da maneira:
Em primeiro lugar está o sistema Federal;
Em segundo, o cantonal.
Em terceiro, o sistema comunal.
O sistema federal (ou Governo Central) vela pelas relações políticas com o exterior, a economia nacional, as Forças Armadas, os estatutos sobre as medidas internacionais como o peso e a altura, os caminhos-de-ferro (conhecidos como "Chemins-de-Fer Fédéraux" CFF), entre outros. Já o poder cantonal tem a sua própria polícia, tem o seu sistema de saúde e educação e até tem estatuto oficial perante a religião. Por exemplo, no cantão de Valais a religião oficial é a Católica enquanto que, no cantão de Vaud, a religião é o Protestantismo.
O governo:
O Governo da Suíça é constituído por um Conselho Federal e por duas alas políticas: o Conselho Nacional e o Conselho de Estado.
O Conselho Nacional (semelhante ao Parlamento Português) é constituído por duzentos lugares. Os seus deputados são eleitos por um período de quatro anos através de um complexo sistema de representação proporcional. O Conselho de Estado (semelhante ao senado norte-americano) é constituído por 46 lugares. Os cantões "inteiros" enviam dois representantes e os cantões divididos enviam um. Os representantes de cada cantão são eleitos pela população do respectivo cantão e o sistema de voto difere de um para outro dado que cada um deles tem as suas regras.
As duas alas discutam as leis formadas, mas separadamente. Quando não se entendem, as leis têm que ser alteradas.
O Conselho Federal, Governo Federal ou Administração Federal (Conseil Fédéral, Bundesrat, Consiglio Federale, em francês, alemão e italiano, respectivamente) é constituído por sete lugares. Cada membro tem direitos equivalentes e representa uma parte do Conselho Federal. Cada membro pode ser reeleito e não existe um limite máximo de mandatos. As pastas que constituem o Conselho são: Assuntos Internos; Negócios Estrangeiros; Energia, Tráfego Ambiente e Comunicações; Economia; Finanças; Justiça e Política; e Defesa, Protecção e Desporto. Todas as decisões federais, ou a aplicar a nível federal, são tomadas no Palácio Federal sedeado em Berna.
O presidente:
A Suíça não tem um presidente de Estado como, por exemplo, em Portugal e no Brasil, o Presidente da República.
Existe uma pessoa que é eleita pelos sete conselheiros federais por um período de um ano. O presidente, com estatuto primus inter pares (ou seja, primeiro entre iguais) tem poderes muito limitados. No dia 1 de Janeiro de cada ano e no feriado nacional do dia 1 de Agosto dirige-se à população através de comunicações pela televisão e representa a Suíça em acontecimentos internacionais. Porém, em termos efectivos, cada membro do Conselho Federal tem mais poder que o próprio presidente federal. Além desses poderes, o presidente pode ter uma última palavra em caso de empate nas diversas votações que possam ocorrer quer no Conselho Federal ou nas duas alas políticas.
Democracia directa:
Para que toda a população possa participar na vida política, a Suíça tem um sistema único no Mundo de democracia directa. É muito frequente a realização de referendos, quer a nível federal, quer a nível cantonal. Além do mais, os resultados de um referendo federal não implica a obediência de uma lei referendada por um cantão que tenha votado contra. Por exemplo se um cantão votar contra uma lei e em todos os outros cantões fora aceite, essa lei não entra no cantão que tenha votado efectivamente contra. Já em relação aos assuntos externos, é necessário haver a aprovação de todos os cantões como no caso da adesão da Suíça à União Europeia. Para a realização de um referendo Nacional com o objectivo de alterar uma lei na Constituição Federal, é necessário que hajam 100'000 assinaturas a pedir salvo se for um referendo pedido pelo Governo Federal ou por cada um dos cantões.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Aspectos populacionais - Venezuela

Aspectos populacionais :

Capital .: Caracas

Lingua oficial .: Espanhol

População .: estimativa de 2007 - 27.483.200 hab.

Densidade - 30 hab./km²

PIB ( base PCC ) :

estimativa de 2007 - total .: $223.430 milhões USD. (48º)

- Per capita .: $8.125 USD. (º)

IDH (2007) : 0,792 (74º) – médio

Moeda .: Bolivar Venezuelano.

Aspectos populacionais - Suíça

Aspectos populacionais:
Capital .: Berna
Lingua oficial .: Alemão, Francês, Italiano, Romanche
População .: estimativa de 2006 - 7 508 700 hab.
Censo 2000 - 7 288 010
Densidade - 186/km² hab./km²
PIB ( base PCC ) :
- Estimativa de 2005 .: $USD 264,1 bilhões (39º)
- per capita .: $USD 32.300 (10º)
IDH ( 2006 ) : 0,955 (7º) – elevado
- Esperança de vida .: 79,1 (H) - 84.0 (M) - 4anos.
Moeda .: franco suíço (CHF)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Divisão administrativa - Suiça




Suiça:



A Suíça, à semelhança de outros países federais, é constituída por 26 estados autónomos em que cada um deles tem autonomia própria. Segundo a constituição federal, estes estados são designados cantões e são independentes e soberanos. Os cantões (oficialmente designados como membros da Federação Helvética) podem criar as suas leis de modo a que essas leis não interfiram nos outros cantões. Tal como a nível nacional, cada cantão tem a sua constituição, as suas regras, os seus estatutos, etc. Todos os cantões têm o seu parlamento o que reforça as suas autonomias. Como cada cantão é diferente a nível - e não só - territorial, populacional e económico, é normal que as regras divergem de um para outro.


terça-feira, 27 de maio de 2008

Divisão administrativa - Venezuela


Estados:


A Venezuela é uma república federal dividida em 23 estados, um Distrito Capital (que compreende a cidade de Caracas e a sua área metropolitana), as Dependências Federais (formada por 72 ilhas e ilhotas na sua maioria sem população humana) e um Território em Reclamação com a Guiana (Guayana Esequiba).


Os 23 estados da Venezuela são os seguintes (entre parentêses figura o nome da capital de cada estado):

Regiões:
Os estados da Venezuela encontram-se agrupados em nove regiões administrativas, que foram criadas a partir de um decreto presidencial de 1980. As regiões e os estados que as compõem são as seguintes:

Andina - Barinas, Mérida, Táchira, Trujillo e o muncípio de Páez do estado de Apure.
Capital - Distrito Capital, Vargas e Miranda.
Central - Aragua, Carabobo, Cojedes.
Centro Ocidental - Fálcon, Lara, Portuguesa e Yaracuy.
Guayana - Bolívar, Amazonas, Delta Amacuro.
Insular - Nueva Esparta, Dependencias Federales
Llanos - Guárico e Apure.
Nordeste - Anzoátegui, Monagas, Sucre.
Zuliana - Zulia.


Localizaçao - Suiça


Suíça



A Suíça (oficialmente Confederação Helvética; em latim Confœderatio Helvetica) é um pequeno Estado confederal localizado no centro da Europa. Possui uma área de 41 300 km², dos quais 1 289 são cobertos por lagos.



Localizaçao - Venezuela




Venezuela




Além da porção continental, o país inclui também um número elevado de ilhas nas Pequenas Antilhas que constituem duas divisões administrativas diferentes: o estado de Nova Esparta e as Dependências Federais. Tem fronteira marítima com os territórios autónomos neerlandeses de Aruba, e das Antilhas Holandesas, e ainda com Trinidad e Tobago.